segunda-feira, 17 de maio de 2010

MSN

Deus conectou-se!
Deus say:

E aee tchukera, fmz?

V i n í c i u s say:
Bao demais e o c??

Deus say:
Ah na paz de deus neh?huahuauhaua ... entendeu?

V i n í c i u s say:
tsc tsc ...

V i n í c i u s say:
E ae qq virou la com a marcinha?

Deus say:
Ah akela biscate eh uma seleção argentina, na hr não vira nada, falou que eu tinha que entender as entrelinhas, ve la se eu tenho cara de quem acredita no que não ve?alias ve la se eu tenho cara...

V i n í c i u s say:
Hauhauahauhau mandou bem

V i n í c i u s say:
Olha seu irmão ae...

Diabo conectou-se!

Demo \,,/ Long Live Rock ‘n’ Roll say:
Faaaaaaaaaaaaala galerinha do mal...to na área

V i n í c i u s say:
E ea biba soh queimando a rosca la embaixo??auhauha

Demo \,,/ Long Live Rock ‘n’ Roll say:
Depois morre do nada e nao sabe pq ein?

V i n í c i u s say:
tadim...hahaha...agora pergunta pro paizim ai se rolou alguma coisa ontem.

Demo \,,/ Long Live Rock ‘n’ Roll say:
iii preciso nem pergunta eu tava la e vi tudo, o burro me pega a mina quase tirando a roupa e ele viajando, esse cara ta sempre viajando pqp…

Deus say:
Ahhh galera sabe como eh que eh sou meio distraído, eh mta fumaça la em cima...

V i n í c i u s say:
iiii oh o cara, mas eu sei o que eh isso mesmo...o galera vo nessa q tenho q trampa...depois volto ae...

Deus say:
Flww vai com deus...entendeu??

V i n í c i u s say:
tsc tsc...

Demo \,,/ Long Live Rock ‘n’ Roll say:
flwwwww

Sobre os 3 reis magos

Todos sabemos que eles chegaram depois do nascimento e com presentes, uma certa atitude suspeita, daí o surgimento de algumas teses sobre os mesmos. Uma corrente de historiadores acreditam piamente que o que ocorreu na verdade foram os próximos fatos agora narrados.

A história verdadeira foi a seguinte: os três eram muito amigos e contavam tudo um para o outro, e ambos conheciam Maria, aliás a conheciam muito bem e assim após ficarem sabendo que ela estava grávida todos entraram em pânico (já que todos a conheciam bem) e foram à Taverna do Moi, que era um lugar legal ali entre o mar vermelho e o Egito, apesar de certas regras do local, na verdade 10 delas sobre como se comportar num bar, entre elas: “ não vomitarás ”, “ embebedai o próximo como a si mesmo ”, " adorar o garçom e dar gorjeta sobre todas as coisas" entre outras, para tomar uma ou outra depois dessa notícia espantosa. Bom sabe como é um hidromel aqui, um pinga do Egito ali e todos perderam a noção de hora e também de senso, após muitas rodadas e algumas mágicas com baralho (daí Três Reis Magos) lembraram da hora e a curiosidade para ver o rosto do menino também.

Pô, sabe como é você vai chegar atrasado e bêbado pra festa precisa de alguma coisa para desvia a atenção. Lógico pensaram os três sábio, "Vamos comprar um presente" .E isso que fizeram. Correram pra uma loja 24 hrs que tinha no caminho, A Judas, uma loja legal tudo mais barato, porém tudo sem nota fiscal também. Estavam prontos, um tanto quanto bêbados ainda, mas prontos.

Chegaram ao local do nascimento, realmente o menino já tinha nascido e parecia, bem enfim quando se nasce todo bebê se parece com joelho, mas aquele joelho não era estranho a eles. Fizeram um social, trocaram uma idéia com as cabras, algo não tão profundo, foi mais ou menos:

- Mééé
- Méé méé
- Méé

Mandaram mais umas mágicas com o baralho e se mandaram, antes que alguém pedisse teste de DNA ou algo do gênero. Ou você acha que alguém engravida do nada, essa história que veio uma luz e não sei o que? Você não acredita, então me explica como ninguém nunca mais ouviu falar dos tais reis magos, que também ninguém sabia onde moravam. Bom alguns curiosos e especuladores especulam que os três abriram um show de mágica na Ásia, outros que foram para Alemanha para o nascimento de um menino também e outros ainda dizem que os três criaram um blog para contar suas histórias, bom quem souber o paradeiro deles por favor não se acanhe em dizer.

Sayonaraaa

Johnny Be Good

Johnny era um cara que queria ser legal, cool, despojado, ou seja, queria viver sem fronteiras. Acordou um dia e decidiu que não seria assim nenhuma Brastemp mas pelo menos iria se conectar com as pessoas.

Tomou um pouco de energia que da gosto e calçando seus sapatos sentiu que nada era impossivel. Ele tinha um plano iria se transformar, virar alguém alternativo, já que sabia que essa tribo não ligava muito para o que se usava. Pensou em ler algum livro, assistir algum filme considerado cult, mas não tinha muito tempo para isso, porque você sabe a vida é agora, entrou na internet acessou o wikipédia e leu tudo que podia sobre coisas que normalmente não se lia.

Estava pronto, já possuia toda teoria que algum tempo na internet possibilitava, só faltava achar seu alvo, logo precisava descobrir por onde andavam. E saiu procurando, pondo a mão na massa, porque se sujar faz bem. Achou um buteco de esquina onde havia uma amostra do que queria.

Ele desceu, foi ao balcão e pediu o mesmo que todos, ficou na mesma posição que todos, e até tentou falar e beber o mesmo que todos.

(os fatos a seguir não são 100% confiáveis, já que nada é 100% confiável após 6 Antarticas, 5 Mallboro's e uma 51)

Estava pronto para agir, viu um grupo em potencial, pensou consigo mesmo just do it. Chegou mandou um " e aees galera" , o primeiro o olhou com dúvida, o segundo tentou responder e o terceiro estava olhando a morena que passava. Logo percebeu que todos possuíam alguma coisa semelhante a ele mesmo. Não conseguia definir direito o que era, logo percebeu que todos estavam se corrigindo quando falavam algo diferente do ambiente em que estavam. Logo percebeu que todos ali eram iguais a ele, queriam inserção, todos sentiam falta de alguma coisa, algo da infância, algo que tinha a ver com despretensão, algo que ficou perdido no tempo.

É ele pensou consigo mesmo que estava no lugar errado, não era ali o que estava procurando, vai ver não era em lugar algum o que estava procurando, na verdade nem sabia mais o que estava procurando, desistiu saiu passou num drive thru, após arrancar uma muda de pequenas árvores com seu carro, e pediu seu lanche, e pensou consigo mesmo amo muito tudo isso.

Moral da história: legítima só havaianas

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Neologismo Pós-Contemporâneo Avançado

O “se pah” , o “se pah” é uma expressão composta da junção da conjunção “se” (talvez, quem sabe, vo pensa, te dou um toque qualquer coisa) com o “pah” (onomatopéia que pode expressar surpresa, afirmação), logo somando-se vemos o nascimento de uma expressão misteriosa, que alguns estudiosos do assunto acreditam tender para o sim, outros seguidores de outra linha ideológica já afirmam tender para o “não quero falar que sim e me comprometer de chegar na hora e nem falar que não e correr o risco de não achar outra compania” , mas como tudo na vida tem seu contexto (embora eu acredite fielmente que 10% para garçom não se insira em nenhum contexto), o “se pah” também pode depender de um contexto, vamos ao exemplo:

Estava o baixinho na rua sentado triste, quando chega um negão 3 por 4, pega ele pelo braço e estupra o coitado. Depois do ato, o baixinho choramingando disse pro negão:- Pô, cara! Olha o que você fez comigo, estourou todo meu rabo, como eu vou ficar perante os meus colegas?O negão ficou com dó do baixinho e disse:- Me desculpe. Já sei. Quando voce me ver na rua pode falar que foi você quem me comeu.- Jura?- Pode sim!Depois de algum tempo o baixinho estava com um colega na rua e do outro lado da rua avistou o negão e disse:- Aí Paulo! Tá vendo aquele negão lá do outro lado da rua??- To sim.- Eu já comi ele!Paulo responde:- Se pah eu também!

É realmente não foi um bom exemplo, mas é uma ótima piada. Logo você que vive num mundo de dúvidas e incertezas, de constante mudança, você essa metamorfose ambulante entre também para esse grupo distinto dos usadores do sepahnês. Bom se pah sai outro texto em breve.

Sayoonara

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Pra que tudo isso?

Deus, o que é Deus? Na verdade o que tornamos nosso Deus?

Não, não falo em nenhum aspecto religioso, como o que criou tudo, ou o que ta lá no céu anotando em seu caderninho preto quem cumpriu a promessa feita ou não, mas sim, o que nos motiva no momento, o que faz a gente fazer tudo.

Uma vez assistindo a uma aula de história um professor explicou que umas das teorias para como foram construídas as pirâmides, já que eram pedras muito pesadas, e pelo tempo que foi feito, ele nos fez pensar, imagine seu Deus em carne e osso na sua frente, você não faria de tudo por ele?

Hoje temos outros deuses, às vezes não são nem vivos, temos o dinheiro, as drogas, o sexo, nossos hábitos, e por que isso? Pelo fato de ficarmos seguros neles? Por fugir da nossa realidade neles? Por ser mais fácil?

Ate onde podemos ir? O limite do nosso limite e tão tênue que não enxergamos enquanto não o atravessamos...e quando isso acontece, ai realmente percebemos se valeu a pena, se o preço a se pagar vale a pena.

Agora me vem a cabeça aquele famoso ditado “tudo vale a pena quando a alma não é pequena” nunca entendi...e afinal o que é a alma?não é a mente, nem seu espírito, prefiro encara-la como seu inconsciente certo, como algo que influencia o que você faz...mas não posso ter certeza.

"Eu vi a morte surgindo da terra, do próprio solo em um campo azul...”

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

O mais é menos


Estava eu lendo um artigo na Folha que me chamou muita atenção, que na atual sociedade do consumo onde temos a "liberdade" de escolher entre tantas opções, isso acaba por se tornar um fardo, onde o mais é menos.


Eu muita vezes quando vou a algum lugar para comer com tantas opções fico em dúvida se fiz a escolha certa, mesmo na hora de comer, onde simplesmente poderia comer. Essa busca por perfeição, por querer o melhor, e não simplesmente o que é bom, ficamos vaidosos ao extremo. Queremos sempre o melhor, e mais e mais.Mas isso não fica só na gastronomia, falo disso porque é um exemplo mais perto na minha vida.


Queremos mais dinheiro, para ter o melhor carro, o melhor computador, o melhor em tudo, para que? Para que ter um carro que chega a 300km/h se o máximo permitido é 110km/h?


Mas pensando por outro lado, seria melhor ter somente uma opção?Eu penso no intermediário, que acaba por ser o melhor, mas como chegar nele? Impossível.


Portanto pegue o menu, escolha entre as 150 opções do cardápio, enquanto isso entupa-se de pão e amendoin, va para sua casa escolha 1 entre os 500 canais de sua tv e relaxe escutando entre suas 5.000 mp3.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Números não-absolutos do nosso dia-a-dia


Retirado livro, A vida, o universo e tudo mais de Douglas Adams

"Assim com Einstein observou que o tempo não era absoluto, mas algo que dependia do movimento de um observador no espaço, e que o espaço não era absoluto, mas dependia do movimento do observador no tempo, hoje sabemos que os números não são absolutos, mas dependem do movimento do observador nos restaurantes.

O primeiro número não-absoluto é o número de pessoas para quem a mesa está reservada. Ele irá variar no decorrer das primeiras três ligações para o restaurante e depois não apresentará nenhuma relação aparente com o número de pessoas que realmente estarão presentes, ou com o número de pessoas que irão se juntar a elas depois do show, partida, festa, filme, ou ainda com o número de pessoas que irão embora ao ver quem mais apareceu por lá.

O segundo número não-absoluto é a hora de chegada. Este número é hoje conhecido como um dos mais bizarros conceitos matemáticos, uma reciproversexclusão, um número cuja existência só pode ser definida como sendo qualquer outra coisa diferente de si mesmo. Em outras palavras, a hora real de chegado é o único momento no tempo no qual é impossível que qualquer participante do grupo chegue de fato. A reciproversexclusão tem, atualmente, um papel vital em diversos campos da matemática, incluindo a estatística e contabilidade, alem de fazer parte das equações básicas usadas na engenharia dos campos de Problema de Outra Pessoa.

O terceiro e mais misterioso não-absolutismo de todos diz respeito à relação entre o numero de itens na conta, o valor de cata item e o numero de pessoas na mesa, assim como quanto cada uma delas está disposta a pagar. (O numero de pessoas que trouxeram algum dinheiro é apenas um subfenômeno desse campo.)

As assombrosas discrepâncias que costumavam ocorrer nesse ponto passaram décadas sem ser estudadas simplesmente porque ninguém as levou a serio. No passado, as pessoas diziam que essas coisas eram causadas pela educação, falta de educação, avareza, desejo de aparecer, emotividade ou simplesmente porque já era tarde, e tudo era esquecido na manha seguinte. Nunca foram feitos testes em laboratório, é claro, porque nada disso acontecia nos laboratórios – pelos menos não em laboratórios de boa reputação.

Foi apenas com o surgimento dos computadores de bolso que a espantosa verdade finalmente se tornou evidente. Era a seguinte:
Os números escritos em contas de restaurantes dentro dos confins de restaurantes não seguem as mesmas leis que os números escritos em qualquer outro tipo de papel em outros lugares do Universo.

Esse fato singelo causou enorme alvoroço no mundo cientifico. Foi uma revolução completa. Realizaram-se tantas conferencias matemáticas em bons restaurantes que as mentes mais brilhantes de toda uma geração morreram de obesidade e doenças cardíacas, retardando os progressos da matemática em alguns anos.

Aos poucos, contudo, as implicações dessa idéia começaram a ser entendidas. No inicio a coisa toda era muito radical, muito doidona, o tipo de coisa que faria ume pessoa normal dizer: “Sim, claro, exatamente o que eu teria dito.” Então inventaram algumas frases como “Frameworks de Subjetividade Interativa” e, a partir daí, as pessoas relaxaram e puderam levar adiante a teoria.

Os pequenos grupos de monges que começaram a ser reunir nos principais institutos de pesquisa entoando estranhos cânticos dizendo que o Universo era apenas um produto de sua própria imaginação acabaram recebendo verbas para pesquisa teatral e foram embora.